Com uma população voltada para a pesca, poucas famílias ainda preservam a agricultura de subsistência.
Entre 1917 e 1925 a produção era bastante no que se refere à agricultura, pois quase todas as famílias tinham os seus pomares e suas hortas caseiras. Haviam mais de 40 engenhos de farinha e açúcar espalhados por toda a região.
Esses engenhos eram movidos com ajuda dos bois e trabalho manual de toda a família era fonte de renda bastante suficiente, pois toda a farinha aqui produzida era exportada para as cidades vizinhas.
A plantação de arroz e posteriormente o seu beneficiamento era feito na fazendo do Sr. Francisco Wollinger, produtor bastante considerável na época, pois dali era abastecido grande parte da população gancheira.
Além da farinha de mandioca, o açúcar, o arroz, aqui era produzido o colorau, o café, cuja produção aqui era bastante grande, óleo de nozes, sabão. As frutas e as verduras eram em abundância e os cereais aqui plantados serviam todas as famílias. A criação de gados somavam mais de 10.000 cabeças e atualmente conta com um número de 2.000 cabeças.
O grande salto na atualidade dentro da produção agrícola no município é a produção de iogurte e outros derivados de leite produzidos pela empresa PAPEMBORG, situada em Areias de Baixo. Outro empreendimento no bairro de Areias de Baixo são as empresas de distribuição de flores e plantas, com a NAFLOR, PRIMAFLOR e UNIFLOR, além de outras de menor porte, que tem seus comércios garantidos. |